O Professor é uma das
profissões mais antiga do mundo, com a evolução do homem e da sociedade, foi
agregando especializações, estudos científicos e a descentralização de temas e
partes da ciência como um todo para facilitar o estudo e a eficiência do
resultado gerado. Há pouco tempo, cerca de quinze anos, o professor era tido como
um ídolo pelos alunos, tirando o fato de alguns profissionais acharem que era
dono da razão, tinha a parte boa, que, o respeito do aluno e a admiração pelo
profissional, geravam um pensamento diferenciado do mundo, a probabilidade de
crianças que cresceram com ídolos como polícia, bombeiro, professor, médicos,
etc., se tornarem pessoas de sucesso era muito maior estatisticamente conforme
Ana Beatriz Barbosa (2010). Na era “globalização”, perdeu-se as “rédeas” dos
jovens e crianças, onde pais tem necessidade de trabalhar e estudar, pouco
ficam com seus filhos para passar valores e princípios, gerando uma sociedade
nova e rebelde, rebeldia esta por falta de afeto, carinho e dedicação dos pais
para tornar seus filhos éticos e com personalidades sociáveis, não se culpa os
pais por este equivoco social, e sim a globalização acelerada, pois, na época
de nossos avôs, somente o homem trabalhava e conseguia sustentar sua família e
proporcionar lazer, saúde e educação, com a era do consumismo e globalização
acelerada, se teve a necessidade da mulher e até mesmos os filhos trabalharem
para dar conta das despesas domésticas.
Conforme Ana Beatriz
Barbosa (2010), a ausência dos pais acaba gerando uma discussão, onde, os pais
ficam o dia todo longe de seus filhos e o pouco tempo que estão juntos evitam
brigar e fazer proibição para seus filhos, gerando assim o grande problema da
sociedade, a falta de frustração, onde adolescentes cometem suicídio por não
saberem lidar com o “não”, uma menina se suicida por que o garoto da escola a
rejeitou, meninos se suicidam por não conseguirem comprar um vídeo game que
queriam, tudo isso por não terem tido frustrações quando crianças, e essa nova
juventude que criada pelo mundo e empurrada pelo governo na área da educação,
acabam nas universidades, onde os professores do ensino superior sofrem com a
falta de educação e a falte de preparo para lidar com estes problemas não
sociais, mas doenças psicológicas e psicossomáticas como o TDAH (transtorno do
déficit de atenção com hiperatividade), professores que não tem treinamentos
para lidar com problemas psicológicos e na maioria das vezes confundem com má
educação, gerando perseguição do aluno ou até mesmo cometendo praticas de bullying.
Existe também o problema
do dialeto do professor, que para conquistar a turma acaba baixando o nível da
linguagem e postura, igualando a de SUS alunos, cometendo assim o retardo da
evolução da dicção dos acadêmicos, professores que vão a bares com alunos,
comprometendo sua imagem e reputação perante os alunos, com isto, não consegue
o domínio de suas aulas e do tema a ser estudado. O professor tem que cuidar
muito com o dialeto e seu Marketing Pessoal, pois o aluno não deixa de ser um
cliente e o professor um consultor de ensino, no qual o mesmo deve estar vestido
adequadamente, barba feita, cabelo cortados, bom hálito, perfume suave, e no
caso de professora o adicional da maquiagem e unhas bem feitas.
A educação deve ser
tratada com mais respeito e incentivo do governo em programas de reciclagem de
professores a cada cinco anos, pois como a informação está na velocidade da
luz, ou melhor, da internet, como qualquer outra profissão deve cobrar
aperfeiçoamento, ovos cursos, para acompanhar as tendências de ensino e da
sociedade y e z que serão a “bola da vez”.









