Jota Quest

domingo, 19 de agosto de 2012

EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES




O Professor é uma das profissões mais antiga do mundo, com a evolução do homem e da sociedade, foi agregando especializações, estudos científicos e a descentralização de temas e partes da ciência como um todo para facilitar o estudo e a eficiência do resultado gerado. Há pouco tempo, cerca de quinze anos, o professor era tido como um ídolo pelos alunos, tirando o fato de alguns profissionais acharem que era dono da razão, tinha a parte boa, que, o respeito do aluno e a admiração pelo profissional, geravam um pensamento diferenciado do mundo, a probabilidade de crianças que cresceram com ídolos como polícia, bombeiro, professor, médicos, etc., se tornarem pessoas de sucesso era muito maior estatisticamente conforme Ana Beatriz Barbosa (2010). Na era “globalização”, perdeu-se as “rédeas” dos jovens e crianças, onde pais tem necessidade de trabalhar e estudar, pouco ficam com seus filhos para passar valores e princípios, gerando uma sociedade nova e rebelde, rebeldia esta por falta de afeto, carinho e dedicação dos pais para tornar seus filhos éticos e com personalidades sociáveis, não se culpa os pais por este equivoco social, e sim a globalização acelerada, pois, na época de nossos avôs, somente o homem trabalhava e conseguia sustentar sua família e proporcionar lazer, saúde e educação, com a era do consumismo e globalização acelerada, se teve a necessidade da mulher e até mesmos os filhos trabalharem para dar conta das despesas domésticas.
Conforme Ana Beatriz Barbosa (2010), a ausência dos pais acaba gerando uma discussão, onde, os pais ficam o dia todo longe de seus filhos e o pouco tempo que estão juntos evitam brigar e fazer proibição para seus filhos, gerando assim o grande problema da sociedade, a falta de frustração, onde adolescentes cometem suicídio por não saberem lidar com o “não”, uma menina se suicida por que o garoto da escola a rejeitou, meninos se suicidam por não conseguirem comprar um vídeo game que queriam, tudo isso por não terem tido frustrações quando crianças, e essa nova juventude que criada pelo mundo e empurrada pelo governo na área da educação, acabam nas universidades, onde os professores do ensino superior sofrem com a falta de educação e a falte de preparo para lidar com estes problemas não sociais, mas doenças psicológicas e psicossomáticas como o TDAH (transtorno do déficit de atenção com hiperatividade), professores que não tem treinamentos para lidar com problemas psicológicos e na maioria das vezes confundem com má educação, gerando perseguição do aluno ou até mesmo cometendo praticas de bullying.
Existe também o problema do dialeto do professor, que para conquistar a turma acaba baixando o nível da linguagem e postura, igualando a de SUS alunos, cometendo assim o retardo da evolução da dicção dos acadêmicos, professores que vão a bares com alunos, comprometendo sua imagem e reputação perante os alunos, com isto, não consegue o domínio de suas aulas e do tema a ser estudado. O professor tem que cuidar muito com o dialeto e seu Marketing Pessoal, pois o aluno não deixa de ser um cliente e o professor um consultor de ensino, no qual o mesmo deve estar vestido adequadamente, barba feita, cabelo cortados, bom hálito, perfume suave, e no caso de professora o adicional da maquiagem e unhas bem feitas.
A educação deve ser tratada com mais respeito e incentivo do governo em programas de reciclagem de professores a cada cinco anos, pois como a informação está na velocidade da luz, ou melhor, da internet, como qualquer outra profissão deve cobrar aperfeiçoamento, ovos cursos, para acompanhar as tendências de ensino e da sociedade y e z que serão a “bola da vez”. 

domingo, 5 de agosto de 2012

“CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA PARA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR”




O professor é a ferramenta essencial para a formação de cidadãos, estes, futuro da sociedade, como formar bons cidadãos com maus professores? Pergunta simples de ser respondida; se forma cidadãos da mesma forma que se deve formar o professor, com recursos ao nível, com ética e responsabilidade social, não deixar os professores cair de pára-quedas  na sala de aula, sem estar preparados para a matéria que irá ministrar, preparar o profissional para que tenha equilíbrio Psicológico na hora de  receber um feedback negativo de seu trabalho, para assim alavancar seu desempenho com foco em melhorias e mudanças na maneira de expor as aulas, estas, trabalhadas de maneira que estimule as aprendizagens visuais, auditivas e sinestésicas, onde o professor seja a ferramenta que ensine a base do aprendizado e o aluno com a troca de informações dentro e fora da academia, faça uma reflexão e aprenda de uma maneira mais eficaz e eficiente.
          Hoje vivemos na era digital, onde a velocidade que a informação trafega é mais rápida que imaginamos, o  profissional da educação deve estar preparado para lidar com a geração Y, onde a tecnologia está não só a favor do aluno, mais também do professor, que pode usar as ferramentas  digitais para tornar o conhecimento uma dádiva da globalização, na academia de professores deve existir a transformação e a transição do mesmo para o futuro, a avaliação é vista de uma forma continua e evolutiva, se não atualizar o conhecimento lendo livros e diários oficiais, nós futuros professores nos tornaremos um ferro velho sobre pernas, onde o passado já não é mais ontem, o presente não é mais hoje e o futuro amanhã, e sim, o passado é a minutos atrás, o presente é neste exato momento e o futuro é hoje mesmo, pois tem que estar antenado e sempre a frente, por que a informação trafega na velocidade da luz, em segundos ela atravessa o mundo. (Mauri Berton)

sábado, 4 de agosto de 2012

Não Ao Bullying


Segundo Beatriz (2010), desde a década de 80, pesquisadores da Europa estudam a mente humana dos universos acadêmicos, tentando assim nomear e fazer a distinção das brincadeiras naturais e saudáveis que fluem naturalmente entre alunos, das brincadeiras cruéis, de mau gosto, que extrapolam o limite de respeito ao próximo.  Eles brincam, “zoam”, se colocam vários apelidos e se divertem com isso, porém é diversão quando não há segundas intenções, ao contrário, se a vitima não se sentir bem, e as “zoações” persistirem por mais de duas vezes no ano letivo, é chamado de bullying.

Conforme Beatriz (2010), as brincadeiras sadias são aquelas que todos participam e divertem, quando apenas uma fração deste grupo se diverte à custa de outra pessoa, é bullying escolar, onde se enquadra todos os atos de violência (física ou não), que acontece de forma repetitiva, intencional, aplicadas contra uma ou mais vitimas, no qual as mesmas são impossibilitadas de se defender das agressões sofridas. Diante da nova realidade comprovada, a pessoa que se omitir é cúmplice da barbaridade violenta contra os adolescestes que estão na fase de confusão psicológica enfrentada na saída  da infância para a adolescência, ou da adolescência para a fase adulta. Para Ana Beatriz, o bullying não pode mais ser tratado como um fenômeno exclusivo da área de educação, e sim de saúde pública afirma a psicóloga, pois se identificada no inicio da agressão sofrida ou aplicada, evitaria grandes tragédias como o pior ataque da história moderna nos Estados Unidos, onde, o Sul-Coreano Cho Seung-Hui, de 23 anos, abriu fogo em dois pavilhões do campus, no qual assassinou mais de trinta pessoas e se suicidou em seguida, colegas de Cho relataram que ele sofria constantes humilhações, preconceitos, intimidações de seus colegas, por não corresponder ao perfil dos alunos americanos daquela escola.

Para Beatriz (2010), as atitudes tomadas pelos agressores, quase sempre acontece de forma “natural”, onde os mais fortes abusam dos mais fracos como mero divertimento, prazer ou poder, com intenção de maltratar, humilhar, intimidar e amedrontar as pessoas, isso perpetua dor e sofrimento aos vitimados, dificilmente a vitima recebe um tipo de agressão, os bullies geralmente vem em “bando”, que contribui para a evasão escolar e exclusão social da vitima. Isso pode acontecer das mais variadas formas como:
Insultar, bater, irritar, ofender, chutar, humilhar e ridicularizar, xingamentos, espancamentos, exclusão, fazer gozações, empurrar, isolar, ignorar, desprezar e/ou fazer pouco caso, colocar apelidos pejorativos, ferir, fazer piadas ofensivas, beliscar, roubar, furtar ou destruir pertences da vitima, atirar objetos contra as vitimas, violentar, assediar, insinuar, e várias outras formas.

Conforme Barbosa Silva (2010), a tecnologia veio a somar nas agressões, no qual se propagam via celular ou internet com uma rapidez assustadora, e para isso recebe o nome de ciberbullying que será mais bem descrito no decorrer, a internet contribui para o aumento dos sintomas psicossomáticos, no qual os pacientes tendem a apresentar sintomas frutos das agressões como: dores de cabeça, cansaço crônico, insônia, enjôo, dificuldades de concentração, diarréia, boca seca, alergias, palpitações, suadores, tremores, ataques de asma, sensação de “nó” na garganta, desmaios, tonturas, calafrios, formigamentos, tensão muscular.

Conforme Beatriz (2010), o numero de suicídios envolvendo jovens está com uma porcentagem muito grande ligada a sintomas depressivos na população escolar, antes ignorada, hoje a depressão em jovens está sendo estudada e avaliada pelos psicólogos, quando um jovem apresenta dificuldades nas suas relações sociais, rebaixamento de sua autoestima, irritabilidade, isolamento, notas baixas, não se deve pensar apenas em envolvimento com drogas, más companhias ou namoros frustrados, e sim em possível quadro de depressão ou situação de bullying, que, se não tratado, pode evoluir para uma depressão profunda, momentos de estresse com alta pressão psicológica pode abrir um quadro de TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) na vitima, ou até mesmo agravar problemas já existentes e lavar o jovem ao suicídio.
Segundo Ana Beatriz (2010), pessoas que passam por traumas psicológicos, como, absorção de bullying, sentir a morte de perto, acidentes, etc., se tem um numero crescente de TEPT (transtorno do estresse pós-traumático), em especial quando presenciam senas de extrema violência, abusos sexuais e vitimas de agressão, os casos de suicídio ocorrem quando as vitimas, ou os alvos, não conseguem suportar as “zoações”, não controlam seus pensamentos e atitudes e acabam suicidando-se e/ou assassinando pessoas em massa como forma de avaliar seu sofrimento.